ANÁLISE DA MORTALIDADE MATERNA NO PANORAMA DA REGIÃO DA BAIXA MOGIANA, BRASIL E DO ESTADO DE SÃO PAULO

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Cristina Aparecida David
Jacqueline de Andrade
Regiane Domingues
Gisele Acerra Biondo Pietrafesa
Elaine Aparecida de Almeida
Benedito Cherbeu Dlessandre Oliveira

Resumo

Os países em desenvolvimento são os que apresentam maiores números de mortalidade materna e atualmente vem representando um grave problema de saúde pública. No Brasil, os números são classificados como elevados, conforme dados da Rede Interagencial de Informações para a saúde (RIPSA) a Razão de Mortalida Materna (RMM) no Brasil foi de 58,4 para cada 100 000 nascidos vivos (NV) em 2016. Os resultados mostram que a mortalidade materna não é apenas um problema de saúde pública, mas uma questão social. O objetivo dessa pesquisa é analisar e discutir os casos de óbito materno da região na Baixa Mogiana no período de 2011 a 2017, e classificar os óbitos maternos segundo os criterios de evitabilidade do Ministério da Saúde (MS) e realizar uma análise temporal dos óbitos maternos segundo as condições socioeconômicas e demográficas e suas causas. É uma pesquisa documental e quantitativa sobre mortalidade materna na Região da Baixa Mogiana. Os levantamentos das informações foram baseados em dados secundários, extraídos do DATASUS, os critérios de inclusão foram considerados: óbitos ocorridos em mulheres em qualquer faixa etária; no período da gestação ou no momento do parto; relacionados ao aborto; ocorridos durante o puerpério até 42 dias ou até menos de 1 ano após o parto (morte materna tardia), no período que compreende entre 2011 e 2017. A pesquisa sugere que o Brasil e os munícipios analisados necessitam de saltos qualitativos grandiosos na assistência ao ciclo gravídico-puerperal para alcançar a redução da mortalidade materna.

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Seção
Artigos