AUTOAVALIAÇÃO COMO PRÁTICAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM PARA EMANCIPAÇÃO DO ALUNO: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE

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Carlos Heitor de Campos Vallim

Resumo

Neste artigo, expõe-se o relato de uma experiência interdisciplinar realizada no curso de Formação Pedagógica para Educação Profissional de Nível Médio com o objetivo da utilização da autoavaliação como instrumento de emancipação como prática de ensino aprendizagem dos alunos desse curso. O processo iniciou-se com a avaliação do meio, verificando a origem dos alunos, seus costumes, suas crenças; a convivência familiar; a estimulação para práticas de trabalhos em equipe e utilização de práticas interdisciplinares. Utilizaram-se seminários de apresentação, ferramentas de Tecnologia de Informação e Comunicação, observando a maneira como as práticas influenciam no comportamento dos alunos em sala de aula, inspirando-os a arriscarem na produção e exposição de ideias. As lições aprendidas foram apresentadas em equipe, e os alunos estimulados a discutirem os saberes adquiridos e defenderem as ideias e pontos de vista aos colegas e ao docente, este como mediador. Os resultados dessas vivências, demonstraram que as ações colocadas em prática motivam os alunos a tomarem a iniciativa na condução das carreiras, quanto a formulação de hipótese de negócio e possibilitando trocas pelas experiências com os colegas e o professor. Nas trocas de experiência, buscam-se práticas no processo da aprendizagem para os aprendizes arriscarem em suas ações, na busca de soluções para suas questões práticas.

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Seção
Artigos